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A DEPRESSÃO E O SUICÍDIO

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Estamos vivenciando o setembro amarelo e o dia 10 deste mês é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. Não há como negar que o assunto, até certo ponto, é censurado, o que torna a situação mais difícil para aquele que está precisando de ajuda, muitas vezes apenas ser ouvido. Por fim a própria vida, esse ato tão radical e trágico, é geralmente consequência da depressão que, além de causar apatia e melancolia profunda, contribui com a mortalidade ao levar o doente a cometer o ato do suicídio.

DEPRESSÃO

Ela é uma doença crônica causada não é apenas por desequilíbrios emocionais, mas também por fatores biológicos. Com o tratamento adequado, pode ser controlada e assim, o suicídio evitado na maioria dos casos. No entanto, a maioria das pessoas com transtorno depressivo não aparenta estar doente, o que torna a atenção e cuidados com todos com os quais nos relacionamos extremamente necessário. Devemos ficar atentos a:

  • Agitação ou retardo psicomotor,
  • Alteração significativa de peso,
  • Declínio na higiene,
  • Desinteresse pelo que normalmente gostava,
  • Diminuição da capacidade de pensar ou se concentrar,
  • Distúrbio de apetite,
  • Distúrbio do sono (Insônia ou sono em excesso),
  • Fadiga,
  • Tristeza profunda,
  • Oscilações de humor,
  • Não expressar emoções,
  • Pensamentos recorrentes de morte,
  • Sentimentos de inutilidade.

Vale ressaltar que em pacientes com sintomas mais graves, observa-se uma redução na higiene pessoal, ganho rápido de peso, pensamentos recorrentes de morte e, principalmente, tristeza profunda e desinteresse súbito pelo que gosta. A depressão pode surgir sem motivo aparente como ser a consequência de acontecimentos impactantes. O gatilho para a depressão pode ser eventos como:

  • Abuso de álcool ou outras substâncias,
  • Dar à luz,
  • Doenças crônicas,
  • Falência,
  • Fim de relacionamentos,
  • Morte de alguém próximo,
  • Perda de emprego,
  • Solidão.

DEPRESSÃO REALMENTE PODE LEVAR AO SUICÍDIO?

A depressão é, sem dúvida, um dos transtornos psicológicos que mais leva as pessoas a tirarem a própria vida e segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença atinge cerca de 300 milhões de pessoas de todas as idades no mundo e, só no Brasil, a estimado que 5,8% da população sofra silencioso mal.

Levantamentos apontam que em mais de 50% dos casos de suicídio as vítimas estavam com depressão, e o fato não deixa dúvidas de que estão diretamente ligados. No entanto, a demora para o início do tratamento da depressão é que torna mais intenso o desejo de buscar na morte o fim do sofrimento, da dor, pois o doente passa a ver no ato a única saída. Portanto, quanto mais cedo a depressão for tratada, menor a chance do suicídio.

NÃO CONFUNDA TRISTEZA OU ANSIEDADE COM DEPRESSÃO

TRISTEZA

Na maioria das vezes o estado de depressão é confundido com a tristeza, apesar de existir grande diferença entre elas. Fatos do cotidiano pode causar a tristeza, fazer a pessoa sofrer, o que geralmente é assimilado em dias, o que não ocorre com o transtorno depressivo.

COMO DIFERENCIAR TRISTEZA DA DEPRESSÃO?

https://www.youtube.com/watch?v=vioM2e4JrhE

TESTE DE DEPRESSÃO

https://www.youtube.com/watch?v=jjerVpk9PRc

ANSIEDADE

Ela é caracterizada pela inquietação, sensação de pressa, urgência, e pode ser vista como um distúrbio quando surgem em situações que não se justificam ou quando é tão intensa ou duradoura que acaba interferindo nas atividades e cotidiano da pessoa.

COMO SE PREOCUPAR MENOS E DIMINUIR A ANSIEDADE

https://www.youtube.com/watch?v=W7b1wAYA2MA

ESTÁGIOS DA DEPRESSÃO

LEVE (CID 10 F33.0)

Fase inicial do distúrbio depressivo geralmente pode ser controlada sem medicamentos, sendo tratada com terapia e exercícios físicos.

MODERADO (CID 10 – F33.1)

O auxílio de medicamentos para amenizar os sintomas já se torna necessário, além de terapias para melhorar a qualidade de vida do paciente, as quais são prescritas por psicólogos e também psiquiatras.

GRAVE (CID F33.2)

O auxílio de medicamentos para amenizar os sintomas são totalmente necessários, além das terapias prescritas por psicólogos ou psiquiatras. No entanto, ao chegar nesse estágio, todo cuidado e atenção são necessários, pois o indivíduo está em risco de quadros caracterizados por, pelo menos, duas semanas de humor deprimido ou a perda de interesse ou prazer em quase todas as atividades, além de sofrimento, melancolia e incapacidade temporária, especialmente quando a depressão não está sendo tratada.

SAIBA MAIS SOBRE O SUICÍDIO

https://solumedi.com.br/setembro-amarelo-atitudes-que-salvam-vidas/



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